terça-feira, 21 de abril de 2009

Poema do Anti-momento


Poema do Anti-momento


Se há algo que aprendi
Que não abro mão
É
Não andar
pra trás.

Se há em minha poética
Sinceridade por direito
Em meu peito
pesa
Justamente o contrário.

Se é sangue em minhas veias
Nelas correm
As certezas
Do infinito ao início
De tudo.

Se o mundo em seus corners
Não paga à vista
O absurdo
Escolho em poesia
O anti-momento.


Juliano Berquó Camelo



Logo, logo voltarei..!

Conquistarei o mundo!!!

uhohohahahaha!!!!!!


Boa madrugada,

Brasília!

Feliz aniversário..

Um comentário:

Anderson de Oliveira disse...

De certa forma, meu amigo e companheiro poeta, o seu poema era tudo o que eu precisava ler...
Preciso viver o anti-momento!

Abraço Berquó!!